segunda-feira, 8 de junho de 2015

Gente, ele morreu!

Quando eu penso em escrever um blog sobre problemas amorosos, automaticamente um botãozinho de juízo toma conta dos meus dedos e não me permito sequer mencionar nada sobre as agruras que passo, algumas vezes replico algumas coisas que vejo acontecendo ao meu redor, mas o que acontece comigo será muito difícil vocês verem publicado aqui, por isso não falemos de amor, falemos de morte. Sim, a figurada, aquela que acontece em seu coração quando você decide seguir em frente e renunciar às histórias que uma vez fizeram parte do seu ser. Matei uma pessoa dentro de mim, mas esclareço que o matei por pura necessidade, não aguentava mais nutrir sentimentos por uma pedra... E olha que nem era um diamante... Parto do princípio que relações são ou não são e a minha não foi. Não estou acostumada com a maneira como o mundo anda, os relacionamentos estão voláteis demais, mas espera, na verdade não é só isso, quando acontece, acontece... Não dá para lutar contra o racional, então eu digo que posso amar só, mas não posso querer que o outro sinta o mesmo, se o universo conspirar a favor de uma história ela acontece, simples. Então procuremos nos distrair e encontrar conforto na esperança de novas memórias... 

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