terça-feira, 9 de setembro de 2014

SEM TARJA

Bom demais tomar remédio para ansiedade, não é mesmo.... #SÓ QUE NÃO... Deve ser porque tomei pela primeira vez ontem e ainda não fez efeito. Também tem o fato de que como eu acredito pouco em homeopatia estou desconfiando que não faça o efeito desejado... Um preconceito meu tipo se não tem tarja, não sei se eu consigo encarar como algo sério ao ponto de me curar da minha “doença”. Mas também não sei quais as minhas expectativas e como gosto de tudo para ontem, provavelmente eu queira a tranquilidade ASAP e sabemos que não é assim que funciona. Para quem não sabe, aproveito para avisar que não interessa qual o meu problema... Gente, eu não sou grossa (quase nada), é que na realidade as doenças da alma não tem nome, são aquelas coisas que não tem controle, nós simplesmente as sentimos... Então é meio que isso.... Não, não sou retardada e não, não sou esquizofrênica, mas ninguém pode dizer que sou 100% normal não é mesmo? Nem a minha mãe que é o ser biologicamente programado para me puxar o saco acredita que eu tenha todos os parafusos, então tomem esse fato de base e pensem o que quiserem... Na verdade o problema é irrelevante para o assunto, mas faz parte do contexto, entenderam??? Não né... Imaginei! O que gostaria de dizer é que eu sempre tento melhorar quando vejo que as coisas não vão muito bem e de uns tempos para cá desanimei total, por isso fui atrás de ajuda e tentar saber, por exemplo, de onde vem a vontade incontrolável de comprar sapatos caríssimos e altíssimos que eu NUNCA vou usar, assim como a vontade desesperadora de fumar um cigarro atrás do outro, como se o meu pobre pulmão fosse de aço, enfim coisas que me deixam ainda mais frágil e antes que eu fique falida e doente, fui cuidar da minha cabeça e tentar consertar o que anda me causando mal. Outra coisa que me chamou atenção em meu comportamento é que antes eu escrevia freneticamente, falava de absolutamente todas as minhas experiências, as visões sobre fatos políticos irritantes, sobre quem eu queria matar, sobre quem queria me matar, sobre os meus famosos foras enfim, tudo o que a minha limitada memória conseguia desenvolver, mas hoje em dia, para escrever uma página está tão difícil... E o pior é que eu estou com ideias represadas e não encontro o gancho para deixar o texto fluido e encuquei com esta falta de criatividade repentina... Estou com o cérebro preso, kkkkkkkkkkkkk Escrever para mim é a libertação de todas, absolutamente todas as coisas ruins que me atormentam, tipo, escrevi sobre desilusão e ilusão, sobre dores reais do coração e da alma, sobre as perdas, as conquistas... Falei muito de mim e dos meus problemas e quem leu meu blog sabe disso (desculpem pela intimidade exagerada....) e aí o tempo foi passando e nada mais veio a tona e comecei a me questionar, será que eu esgotei a fonte? Será que eu me retratei tanto que não sobrou mais nada para dizer? Bom, coloquei o desânimo de lado e agora estou me forçando a escrever nem que seja este monte de palavras meio que sem aqueeeeeeele sentido, mas vou ter que fazer isso, forçar a minha mente a voltar a questionar o cotidiano e a se Deus quiser, fazer com que as palavras saiam da prisão onde estão encarceradas dentro do meu cérebro, desçam pelos meus dedos e saiam em forma de palavras... Pode ser por isso que eu ando ansiosa, pois antes algo me incomodava e eu corria para o blog e lavava a minha alma e se essa é a solução voltarei ao início... O meu sonho de consumo hoje é voltar a concatenar as ideias e escrever as usuais abobrinhas, ainda chego lá, vou treinar diariamente... Por incrível que pareça, escrever bobagens também demanda prática, kkkkkkkk É gente saí do prumo, mas vou tentar equilibrar as ideias e falar sobre elas... Amanhã será outro dia e a segunda dose do remédio, sem tarja, mas vou tomá-lo com a intenção de melhora. Darei uma chance a ele...

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